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Maio
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.
Martha Medeiros.  (via acrescentada)

(via acrescentada)

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Não era um mundo para os apaixonados, nunca seria.
Velho Bukowski.  (via acrescentada)

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Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso sim, acredito até o fim.
Caio Fernando Abreu.    (via acrescentada)

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Ria pra mim, ria de mim, ria comigo. Das minhas piadas, do meu jeito, dos meus defeitos. Ria do que quiser, mas sempre me dê um sorriso.
— Querido John.  (via ditografada)

(via ditografada)

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Que me desculpem os frágeis, deprimidos e exagerados, mas tem dor que não é pra tanto. Eu, por exemplo, levo umas duas rasteiras da vida por semana. Se eu caio? Caio. Se eu morro? Não, não morro. E você também não morrerá. Sem drama, sem exageros. Quem muito exagera na dor, um dia acaba acreditando que ela machuca na mesma proporção e, por fim, acaba morrendo. Eu ainda estou vivo, e você?
Alugue Felicidade  (via ditografada)

(via ditografada)

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And once the storm is over you won’t remember how you made it through, how you managed to survive. You won’t even be sure, in fact, whether the storm is really over. But one thing is certain. When you come out of the storm you won’t be the same person who walked in. That’s what this storm’s all about.
Haruki MurakamiKafka on the Shore (via overdosedeamor)

(via overdosedeamor)

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Seria mais fácil, se ele fosse um estranho, de quem ela pudesse se desligar. Eles são muito diferentes. Gênios opostos, eu diria. Mas tem algo em comum. A liberdade. O desapego. O medo da entrega. Quem sabe ficando juntos encontram uma solução. Bem que podia, né? Ela sempre pensou assim: “Pra ficar do meu lado tem que ser melhor que minha própria companhia. Eu tenho que admirar.” E ele me parece um pedaço daquilo que a vida tem de mais charmoso. Ela estava ficando instigada. Que mais restava àqueles dois senão, pouco a pouco, se aproximarem, se conhecerem, se misturarem? Pois foi o que aconteceu. Ela diria que ele salvou sua vida se não soasse tão dramático. Ele não faz planos ou promessas, só surpresas, te ensinou a gostar de surpresas. Ele é diferente. De repente ela percebeu que o amor era o instante em que o coração fica a ponto de explodir.
Tati Bernardi. (via ditografada)

(via ditografada)

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Maio

overdosedeamor:

— A Menina e o Porquinho

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